domingo, 14 de março de 2010

O SEMINÁRIO DE INTELIGÊNCIA REALIZADO EM PAULO AFONSO/BA FOI ORGANIZADO PELA CME DA PMBA. SAIBA O QUE É A CME E COMO ATUA JUNTO A PMBA.

Cel. Almir, Comandante da CME, juntamente com os policiais militares da CPRv/PMSE

Cel. Almir, juntamente com o pessoal da CME que organizou o Seminário

Maj. Marinho, Chefe do Setor de Inteligência da CME

Os policiais militares sergipanos (da CPRv e do 6º Batalhão da PMSE) que participaram do IV Seminário de Inteligência realizado na Cidade de Paulo Afonso/BA, onde está sediado o 20º Batalhão, tiveram a oportunidade de saber como funciona a CME (Coordenadoria de Missões Especiais) da Polícia Militar do Estado da Bahia, que tem como Coordenador Geral do Cel. Almir e como Chefe de Inteligência o Maj. Marinho.

Saiba o que é a CME e como a mesma funciona através da troca de experiência com o Maj. Marinho:

CPRv – De que forma o CME atua perante a Polícia Militar do Estado da Bahia?

Maj. Marinho – A CME (Coordenadoria de Missões Especiais) é um órgão de assessoria do Comando Geral conforme consta do decreto que a criou, só que como a Segurança Pública é a finalidade da corporação policial militar, nós também subsidiamos o policiamento ostensivo através dos comandantes das unidades. Nós temos células de inteligências onde a CME funciona como uma agência central que coordena, faz a parte de planejamento e instrução, mas cada unidade operacional tem a sua própria célula de inteligência, que não é subordinada a agência central, ou seja, ela tem vínculo funcional, mas não subordinadas. Portanto, nós temos agências espalhadas por todos os 417 municípios do Estado da Bahia, cujas agências são subordinadas a cada comandante de unidade. Na verdade o que se cobra das agências é o conhecimento de determinados fatos, onde a instrução é nossa, o credenciamento de quem vai participar desse sistema tem que passar obrigatoriamente pela CME, pois é ela quem diz quem pode e quem não pode integrar o sistema, mas a opção de quem colocar na agência é sempre do comandante de unidade, onde normalmente ele envia os nomes para a CME, onde é feita a análise desses nomes e se informa quais podem ou não chefiar essas agências espalhadas pela Bahia, porém não indicamos pessoa específica, pois a escolha fica a cargo do comandante da unidade.

CPRv – Quais os resultados que a CME trouxe para a Polícia Militar baiana?

Maj. Marinho – A CME atua em inúmeras áreas sempre visando subsidiar informações com o foco de auxiliar o policiamento ostensivo. Nós temos, por exemplo, na sala de situação, a sessão de assuntos correntes, que confecciona diariamente um informativo, que é um periódico com vários cadernos de segurança pública, de assuntos sociais, e nesses cadernos são expostos vários assuntos de interesse da segurança pública, assuntos que vêm da mídia, como jornais, rádios, televisão, coletando-se informações de todo o Estado da Bahia, onde ligamos de duas a três vezes para cada unidade operacional, obtendo as informações importantes que nos são passadas e isso é disponibilizado para todo o sistema e mais, para todas as autoridades do Estado, como o Governador, Secretário de Segurança, Comandante Geral, Coronéis da Polícia Militar, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Federal, esclarendo ainda que esse periódico é compartilhado há 13 anos e diariamente na faixa das 7 horas é enviado para todas essas autoridades.

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