segunda-feira, 25 de julho de 2011

RENOVAÇÃO DA CARTEIRA DE MOTORISTA PODE SER GRATUITA PARA IDOSO E DEFICIENTE.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 432/11, do deputado Walter Tosta (PMN-MG), que torna gratuita a renovação da Carteira Nacional de Habilitação para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que tenham renda mensal inferior a dois salários mínimos.

“A proposição promove meio hábil para uma efetiva melhoria na qualidade de vida dos idosos, caracterizando um verdadeiro incentivo para que se orgulhem da bagagem adquirida durante a vida”, disse Tosta.

A proposta altera o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03).

Tramitação

A proposta foi apensada ao PL 5383/09, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que torna gratuita a renovação do Exame de Aptidão Física e Mental para os condutores com mais de 65 anos. Os projetos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados pelas comissões de Seguridade Social e Família; Viação e Transportes; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

HOMEM MORRE EM ACIDENTE DE TRÂNSITO NA MELÍCIO MACHADO.

Idalito Monteiro da Silva, 59 anos, trafegava de moto na avenida Melício Machado, direção Mosqueiro, quando colidiu com um carro que vinha no sentido contrário. O acidente ocorreu na tarde deste último domingo (24).

Segundo a família de Idalito, o condutor do veículo teria provocado o acidente que vitimou o aposentado. Ele não deu socorro e fugiu do local.

Fonte: Atalaia Agora

quinta-feira, 21 de julho de 2011

CPRv REALIZA CONFRATERNIZAÇÃO.





Na tarde da última sexta-feira, 15, a CPRv reuniu alguns de seus integrantes para participarem de mais uma confraternização em suas instalações.

Além do congraçamento entre os policiais, o encontro teve como principal objetivo registrar a passagem para a inatividade de 05 de seus colaboradores, o Sgt. José Cirilo da Silva, Sgt Adilson Gonçalves dos Santos, Sgt Jackson Alves de Souza, Cb Carlos Leão Santos e Cb Marcos Antônio Alcântara da Costa.

Os homenageados receberam das mãos do Maj Neto, SubCmt do BPTran, Cap Walcyr, Cmt da CPRv e do 1º Ten Silveira, SubCmt da CPRv uma lembrança da ocasião.

Na oportunidade, o Comandante da Subunidade, o Cap Walcyr Mendonça, agradeceu a grande contribuição que os policiais deram à polícia militar durante todos os anos de serviço, e desejou a todos muita felicidade nessa nova fase.

terça-feira, 19 de julho de 2011

CPRV REALIZA BLITZ COM BAFÔMETROS NA RODOVIA JOÂO BEBE AGUA (SE-065) .




A Polícia Militar através da CPRv realizou na tarde de ontem (segunda-feira 18) na rodovia João Bebe Água (SE 065), município de São Cristóvão uma blitz para verificar as condições dos condutores que trafegam com veículos pela principal via de acesso ao município.

Durante a realização da blitz 130 (cento e trinta) condutores foram submetidos ao teste em aparelho de ar alveolar (teste do Bafômetro), tanto homens como mulheres realizaram o teste sem nenhum questionamento.

A CPRv utilizou um efetivo de 14 policiais militares rodoviários, 04 viaturas e 08 bafômetros, não sendo detectado nenhum condutor dirigindo o veículo sob a influência de álcool acima do limite estabelecido por Lei.

Para o Subcomandante da CPRv Tenente Silveira, a blitz foi considerada como positiva “além da realização dos testes com os bafômetros, os policiais rodoviários também efetuaram a parte educativa junto aos condutores, transmitindo-lhes certas informações, como por exemplo o limite de álcool considerado como medida administrativa e criminal, o que a maioria dos condutores abordados desconheciam”.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

RAIVA NO TRÂNSITO PODE SER O SINAL DE UMA DOENÇA.

O analista de sistemas William Cruz, 37 anos, já recusou duas propostas de emprego porque teria que ir de carro. Não que ele não tenha habilitação. Mas, há cinco anos, não dirige a não ser em casos de extrema necessidade. A decisão foi tomada porque William percebeu que se transformava quando estava ao volante.

“Cheguei a ser perseguido por um maluco com a arma para fora da janela e a perseguir alguns outros para me vingar de uma fechada”, diz o ex-motorista agressivo. “Dirigir me tirava do sério e me transformava em outra pessoa. Cheguei a ter ataques de fúria, aliviados com socos no volante e gritos de raiva com a janela fechada, por frustração de estar parado.”

Ele deixou o carro pela bike, e os sintomas passaram. “Dirigir em São Paulo é o caminho para a insanidade ou o infarto precoce”, afirma. “Quando comecei a usar a bicicleta na rua me curei disso, porque percebi o quanto as vidas fora do carro eram frágeis e o quanto aquele comportamento as colocava em risco.”

William não está sozinho e qualquer motorista nas grandes cidades pode comprovar isso – dentro ou fora de seu carro. Ao volante, perdemos a cabeça e fazemos coisas que jamais faríamos em juízo normal. De acordo com a Polícia Militar de São Paulo, 70 chamadas diárias são para resolver brigas de trânsito. Mas o que transforma cidadão em monstros ao volante?

“A raiva vem frustração e falta de respeito pelos outros. É um estado emocional que vem como uma explosão na mente e no corpo”, diz Leon James, professor de psicologia da Universidade do Havaí que especializou-se em stress no trânsito. Ele explica que quanto mais um motorista fica remoendo um incidente no trânsito e pensando nisso, mais está predisposto a ter um ataque de fúria. “Eventos negativos no trânsito são o gatilho da sensação de raiva, que fazem o motorista ter a sensação de que a culpa é do outro, que o outro é sempre culpado por seu atraso ou erro”.

Pode parecer que é só o jeito mais “pavio curto” de algumas pessoas, ou que o trânsito é assim mesmo, mas chegar ao ponto de brigar com desconhecidos no trânsito pode ser uma doença grave. “A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente (TEI), segundo estudos internacionais”, diz a psicóloga Maria Christina Armbrust Virginelli Lahr. “O ambiente é um desencadeador.” De acordo com ela, cerca de 6% da população mundial sofre do transtorno. “A relação do TEI e com o trânsito é estudada há mais de 60 anos, pelo risco de saúde pública.”

De acordo com a psicóloga, as pessoas não procuram tratamento porque acham que é normal. “Mas essa agressividade afeta a vida delas, pode trazer prejuízos pessoais, profissionais”, afirma Maria Christina. “O agressivo se sente vítima de injustiça, tem incapacidade mental de lidar com frustração e não suporta ser criticado. Nunca houve tantos estímulos para o TEI se manifestar”, afirma a psicóloga. Para piorar, a sensação de anonimato no trânsito favorece o sentimento de hostilidade pelo outro.

Para ela, existem pessoas que não poderiam sequer ter carta de habilitação. “A avaliação psicológica do candidato é falha. O psicotécnico por si só não consegue identificar quem é apto a enfrentar o trânsito”, afirma. De quebra, quem comete infrações e se mostra incapaz de se integrar socialmente com seu veículo no trânsito com outras pessoas não é suficientemente punido. “Não tem contenção para essas pessoas, que se tornam uma arma contra ela e contra os outros”, diz Maria Christina.

Problemas de infra-estrutura

Mas o transtorno não acomete a todos que perdem a cabeça. Leon acredita que a direção agressiva é um mau hábito que tem cura. A raiva desproporcional que tira as pessoas do sério no trânsito é comum em grandes cidades e tem até uma expressão em inglês: “road rage”.

Diante de níveis alarmantes dessa doença social, São Paulo tem adotado medidas para minimizar caos no trânsito, como reduzir a velocidade das vias. Isso porque a forma como a cidade está organizada também faz diferença no gatilho da raiva: entre os fatores que Maria Christina elenca, está o mau estado de conservação das ruas e estradas, a falta de iluminação, a falta de controle dos agentes de trânsito, a negligência com os próprios erros, carros obstruindo os cruzamentos, a pressa.

Há uma explicação antropológica também. “Ter uma infraestrutura funcional e limpa faz você dirigir melhor. É como entrar na casa de uma pessoa: se é asseada e organizada, você é conduzido ao comportamento educado”, afirma o antropólogo Roberto da Matta, autor de “Fé em Deus e Pé na Tábua”, sobre o comportamento do brasileiro no trânsito.

O antropólogo acha absurdo dados como as 70 brigas diárias registradas pela PM. “Isso nos diz que o espaço público brasileiro precisa ser politizado, no sentido de uma tomada de consciência para esses comportamentos absurdos”, afirma. “Somos alérgicos a igualdade. O sinal vale para todos, no cruzamento existe uma regra para dar passagem. Mas não somos educados para obedecer isso. No Brasil, desobediência é um sinal de inferioridade, quem obedecia era o escravo. Quem manda não obedece. Numa sociedade democrática, todos mandam e obedecem.”

Autocrítica

Essa sensação de ser justiceira no trânsito já fez parte da vida da designer Priscila Moreno, 28 anos. Ela acumulou tantos pontos que perdeu a carteira em seis meses. “Brigava muito, com todo mundo. Adorava ‘disciplinar’ os outros, impedindo ultrapassagens pela direita, por exemplo.” Ao mesmo tempo, abusava da velocidade quando não estava com o filho a bordo. Priscila bateu o carro da mãe três vezes e duas o do ex-marido. “Nunca feri ninguém por sorte”, diz. Priscila ainda é apaixonada por velocidade, mas trocou as quatro rodas por duas sem motor. Agora, ela policia os próprios comportamentos e não esquece que tem um filho para criar. “Comecei a fazer terapia também.”

Os especialistas são unânimes: falta olhar para o próprio comportamento. É como se a culpa fosse sempre do outro, e isso justificasse o comportamento agressivo. “Numa sociedade liberal e democrática, você trata o outro como gostaria de ser tratado”, afirma da Matta. Ele explica que por trás de frases como “mulher no volante, perigo constante”, ou “só podia ser um velho mesmo”, estão estereótipos que precisam ser discutidos e desmanchados. O brasileiro também tem uma relação enviesada com o espaço público, e não sabe se comportar com o coletivo. “É uma terra de ninguém onde existe uma disputa para hierarquizar”. Como é impossível saber quem está atrás do volante do lado, por via das dúvidas é melhor evitar a briga.

Fonte: IG

MOTOS NÃO PODEM TRANSPORTAR MENORES DE SETE ANOS.

Em todo o Brasil, nas ruas das cidades e até em rodovias, é possível avistar crianças pequenas transportadas em motos. E um agravante: muitas vezes sem qualquer proteção. Um comportamento que coloca a vida dos pequenos em risco e infringe o CBT- Código Brasileiro de Trânsito na categoria de infração gravíssima, com multa de R$ 191,54, soma de sete pontos na CNH- Carteira Nacional de Habilitação, recolhimento da carteira e perda do direito de dirigir.

Além de uma ilegalidade, esse transporte põe em risco a vida de crianças, que são mais vulneráveis e estão mais propensas a acidentes, por perderem mais facilmente o equilíbrio em curvas ou situações de manobras bruscas.

Muitas vezes, na aparente tentativa de protegê-las, os pais transportam as crianças entre duas pessoas ou no colo de um passageiro adulto. Neste caso, podem estar infringindo também o Artigo 231 do CTB, que, em seu inciso sete, estabelece como infração média “transitar com veículo com lotação excedente”, sob pena de multa e medida administrativa de retenção do veículo.

Permissão

O CTB permite que crianças sejam transportadas em motocicletas desde que tenham idade superior a sete anos e utilizem capacete e roupa adequada, que minimize o risco de lesões. E mesmo com idade mínima de sete anos, é necessário que as crianças tenham altura apropriada, para que seus pés fiquem apoiados na pedaleira e elas consigam ter firmeza nas mãos e braços.

Está tramitando na Câmara Federal o projeto de lei de nº 6401/09 que amplia de sete para 11 anos a idade mínima para crianças serem transportadas em motocicletas.

Acidentes

Ao transportar as crianças menores de sete anos em motocicletas, os adultos expõem precocemente os meninos e meninas a um transporte automotor mais propenso a acidentes de trânsito.

Legislação

O Artigo 244 do CTB estabelece como infração gravíssima: “conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor, transportando criança menor de sete anos ou que não tenha condições de cuidar da sua própria segurança”.

Em seu Artigo 55, o CTB discorre sobre o uso de capacetes e vestuários por motociclistas e passageiros. O vestuário deve ser composto por botas de cano alto que protejam o tornozelo, blusão de couro ou de tecido grosso, calça comprida de tecido resistente e luvas próprias para motocicleta. O capacete deve ter cores vistosas, de preferência refletivas, bem ajustadas à cabeça e com carimbo do Inmetro-Instituto Nacional de Metrologia.

Fonte: Portal Stylo

terça-feira, 12 de julho de 2011

TRANSFERÊNCIA CORRETA DE VEÍCULOS VENDIDOS EVITA COBRANÇA DE IPVA.

IPVA – Uma alerta para que os motoristas p fiquem atentos quanto aos procedimentos de comunicação ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) nos casos de transferências, alteração de propriedade, vendas, roubos e furtos de veículos.

Mudança de endereço, carros sinistrados ou que tiveram a placa clonada também devem ser informados ao departamento de trânsito competente. A venda do veículo, ou recebimento de indenização da seguradora, deve ser comunicada ao Detran dentro do prazo de trinta dias.

Se a comunicação e a transferência do veículo não forem realizadas pelo comprador ou a seguradora, o veículo permanecerá em nome do ex-proprietário no cadastro do órgão de trânsito e, de acordo com a legislação do IPVA, ele torna-se responsável solidário pelo pagamento do imposto mesmo não sendo mais o dono do veículo.

O preenchimento do verso do Certificado de Registro de Veículo (CRV), com reconhecimento de firma por autenticidade não é suficiente para registrar a venda do automóvel. O processo completo requer que, ao efetuar a transação, o ex-proprietário dirija-se ao órgão de trânsito para fazer a comunicação da venda ou da transferência para seguradora, se for o caso.

Ao adotar essas precauções ou efetuar o pagamento do IPVA, o contribuinte evita a inclusão de seu nome no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (CADIN Estadual).

Para orientar os proprietários de veículos em relação a este procedimento, a Secretaria da Fazenda elaborou uma cartilha específica detalhando estes casos. A atenção aos procedimentos evita a cobrança indevida do imposto.

Fonte: Rede Notícia

segunda-feira, 11 de julho de 2011

CPRv RECUPERA DOIS VEÍCULOS COM RESTRIÇÃO DE ROUBO E FURTO DURANTE O FERIADO PROLONGADO.

A Companhia de Polícia Rodoviária Estadual (CPRv), recuperou, durante o feriado prolongado, dois veículos com restrições de furto nas rodovias estaduais.

O primeiro foi recuperado na sexta-feira, 8, quando os policiais que trabalham no posto fiscal de Indiaroba, divisa com o estado da Bahia, realizavam uma operação Blitz e deram ordem de parada a um veículo Fiat/Strada de cor branca, que empreendeu fuga. A guarnição iniciou uma perseguição e encontrou o veículo abandonado. Ao fazer a consulta junto ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP), foi verifica a restrição de roubo e furto do veículo.

O outro veículo recuperado foi um GM/Prisma de cor verde, abandonado logo depois da ponte Joel Silveira, divisa entre a capital e o município sergipano de Itaporanga D’Ajuda. A guarnição de serviço no posto da CPRv no Mosqueiro, ao perceber que o veículo estava abandonado, realizou consulta junto ao CIOSP e constatou que o automóvel havia sido roubado no município de Itaporanga D’Ajuda.

Movimentos nas Estradas

Durante o feriado, foram registrados ainda 10 acidentes, que deixaram 15 vítimas lesionadas e uma vítima fatal, além de três carros recolhidos. O dia que registrou mais acidentes com vítimas foi o domingo, dia 10, com cinco acidentes, 11 vítimas lesionadas e uma vítima fatal, identificado como Antonio Silveira Silva, de 45 anos. O indivíduo pilotava uma motocicleta pela rodovia SE 270, quando se envolveu em um acidente com um veículo que se evadiu do local e uma bicicleta. O ciclista foi encaminhado ao hospital de Lagarto.

O acidente com maior número de vítimas foi registrado na rodovia SE 100, nas proximidades do trevo de acesso à praia da Caueira. Chovia forte no momento do acidente e um Voyage e um Gol colidiram, deixando cinco pessoas gravemente lesionadas, sendo duas passageiras do Voyage e o motorista e as duas passageiras do Gol. Socorridos pelo SAMU, todos foram encaminhados ao Hospital de Urgência de Sergipe. O Gol foi recolhido por estar com a documentação irregular.

Já na rodovia SE 170, próximo à cidade de Tobias Barreto, uma caminhonete Mitsubishi L200 perdeu o controle e saiu da pista, capotando logo em seguida. O acidente deixou três dos ocupantes do carro com lesões graves, os quais foram encaminhados para o hospital.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CELULAR É A PRINCIPAL CAUSA DE DISTRAÇÃO AO VOLANTE.

Pesquisa inédita, feita no Rio de Janeiro e em São Paulo para avaliar a distração no trânsito, revelou que os moradores das duas capitais adotam práticas de risco, seja como pedestres ou como motoristas.

Porém a percepção dos entrevistados é de que os cariocas têm comportamento pior do que os paulistas. Para os consultados, os pedestres do Rio atravessam mais com o sinal vermelho e fora da faixa de pedestres, não olham para os dois lados da rua e falam ao celular ou enviam mensagens enquanto cruzam a pista.

Entre os motoristas, 32% dos moradores do Rio confessaram que dirigem e falam ao celular ao mesmo tempo, ante 28% dos paulistas. Apesar de o comportamento de risco aparentemente ser maior no Rio, foi em São Paulo que os motoristas disseram que passaram por situação perigosa ao volante por conta da distração: 56% contra 40%.

A Alternativa Pesquisa de Mercado ouviu 1.020 pessoas, das quais 54% dirigem, entre 15 e 20 de junho. O trabalho foi encomendado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) e será apresentado amanhã na abertura do 25.º Congresso ORTRA Internacional, que reunirá três mil ortopedistas no Rio de Janeiro. De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1,3 milhão de pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito. No Brasil, em 2010, o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou R$ 185 milhões no atendimento de vítimas.

Dados

Entre os motoristas que enfrentaram alguma situação de risco enquanto dirigiam, 23% estavam falando ao celular ou se distraíram ao tentar atender o aparelho. Esse comportamento é mais comum entre os mais jovens: na faixa etária de 18 a 30 anos 41% reconhecem que usam o celular e dirigem ao mesmo tempo.

“O sistema cognitivo está focado no dirigir e, de repente, é obrigado a mudar a atenção e dividi-lo com o assunto que está sendo tratado ao telefone. O motorista imediatamente reduz a velocidade, não presta atenção ao trânsito e perde o senso de julgamento de que está em risco”, explica o ortopedista Marcos Musafir, um dos organizadores do congresso e consultor em traumatologia da OMS. Ele cita estudo cognitivo da OMS, que simulou distrações de um motorista, e mostrou que o risco de acidente aumenta em até 400%.

“O celular aparece como o grande problema para os motoristas, tanto entre os que assumem a prática, quanto na percepção da população: 84% dos entrevistados citam o uso do celular como as distrações mais observadas. A pesquisa pode balizar campanhas públicas para reduzir o índice de acidentes, como o fabricante de cigarro tem que publicar que aquele produto faz mal para a saúde, o fabricante de cerveja anunciar que não se deve beber e dirigir, a operadora de celular deve colocar algum alerta sobre o uso do aparelho no trânsito”, defende Benitz Calvo, diretor da Alternativa Pesquisa de Mercado.

Pedestres

Não são só motoristas que assumem comportamentos de risco. Quem anda pelas ruas também precisa mudar seus hábitos. As maiores distrações são atravessar com o sinal vermelho, na percepção de 77% dos entrevistados – no Rio de Janeiro esse índice é de 88%, ante 67% em São Paulo; cruzar a pista fora da faixa, para 74% dos entrevistados; e não olhar para os dois lados da rua, segundo 66%.

Os pedestres entrevistados disseram ainda que, enquanto atravessam a rua, conversam com outras pessoas (47%), correm ou fazem ziguezagues entre os carros (46%) e falam ao celular (38%). “Ziguezaguear é um comportamento de alto risco, porque pode vir uma motocicleta entre os carros”, afirma Musafir.

A pesquisa demonstra também que os pedestres têm grande dificuldade de atravessar no local adequado por falta de sinalização e orientação – 64% dos entrevistados responderam que não encontram as faixas quando precisam. No Rio de Janeiro, a situação é ligeiramente pior do que em São Paulo: 67% ante 61%.

Fonte: Gazeta do Povo

DETRAN/SE IMPLANTA SERVIÇO VIA INTERNET DE AGENDAMENTO DO BOATs.

Com o objetivo de facilitar a vida de seus usuários, o Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe – Detran/SE – implanta a partir da próxima segunda-feira, 11, um novo procedimento de agendamento para recebimento de Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito – BOAT. A partir de agora, parte do serviço será disponibilizada via internet, através do site do Detran, reduzindo para somente uma vez a visita do cliente ao órgão.

O procedimento será realizado da seguinte maneira: 1º - No site www.detran.se.gov.br o usuário vai até o link “pagamentos” e clica na opção “Pagamento de Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito – BOAT –” para gerar o Documento Único de Arrecadação. 2º - Após efetuado o pagamento do DUA, o usuário acessa novamente o site e no link “serviços de veículo” clica na opção “Agendamento para recebimento do Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito – BOAT –”, onde serão informadas a data disponível para agendamento e a documentação exigida pelo Detran no dia da visita. 3º - Dirigir-se ao Detran na data agendada para pegar o BOAT.

De acordo com a coordenadora de Acidente de Trânsito, Glaukia Suiane Gomes Bezerra, não será preciso pegar senha nem enfrentar fila para ter acesso ao BOAT. Para evitar transtornos, bastará procurar o setor de entrega de documentos localizado no atendimento do Detran. “Nossa intenção é evitar transtornos aos usuários envolvidos em acidentes de trânsito na capital e, principalmente, no interior do Estado, já que antes eles tinham que se dirigir várias vezes ao Detran para obter o boletim”, diz Glaukia.

Informações adicionais:

Apenas o proprietário, condutor do veículo ou pessoas envolvidas no acidente de trânsito podem requerer o Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito. O BOAT é necessário para dar entrada em processos judiciais, para ter acesso à indenização do Seguro DPVAT e para dar entrada no seguro do veículo, uma vez que as seguradoras exigem o documento para ressarcir o cliente.

terça-feira, 5 de julho de 2011

DUPLA TROCA TIROS COM POLICIAIS DA CPRv.

Eles estavam em um veículo que foi abordado pelos policiais na Avenida Tancredo Neves, Zona Oeste da capital. O condutor do carro foi detido

Uma operação de rotina da Companhia de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRv) na tarde desta segunda-feira, 4, terminou em um tiroteio em plena Avenida Tancredo Neves, Zona Oeste da capital, e com um homem preso e dois foragidos – um deles acredita-se ser adolescente.

De acordo com o sargento Messias, os três estavam em um automóvel modelo Golf, cor prata e placa KLW-3022, de Aracaju, quando foram abordados pelos policiais. Ao parar o veículo, dois ocupantes abriram as portas e saíram do carro ignorando a ação policial. O sargento diz que quando pediu que eles esperassem, ambos correram e o adolescente começou a disparar. O condutor, Adson dos Santos, de 23 anos, foi detido.

Os dois suspeitos entraram no matagal e conseguiram fugir. Ao vistoriar o carro, os policiais encontraram um revólver calibre 38. O condutor negou ser proprietário do veículo. Policiais do Grupo Tático de Motos (Getam) e do Grupamento Tático Aéreo (GTA) chegaram a realizar buscas na área, mas até agora nenhum deles foi encontrado.

Fonte: Infonet